Novamente, Tiago faz a pergunta se alguma vez existiu algo na natureza em que
uma árvore produzisse dois tipos de frutos. “Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira
figos?” (v. 12). Sua conclusão, é claro, é que a língua não deveria ser algo
inconstante.
Já que pessoas não
convertidas não bendizem a Deus o Pai, Tiago obviamente está falando dos
crentes aqui. Como é então que esse fenômeno estranho pode ser encontrado nos Cristãos?
A resposta é que eles possuem duas naturezas. Eles têm a natureza caída pecaminosa,
mas tendo nascido de novo, eles também têm uma nova vida. Se a natureza caída pecaminosa
tiver permissão para agir, então a língua se tornará um instrumento pronto para
a carne. Mas se a nova vida estiver agindo sob o controle do Espírito Santo, a
língua abençoará e edificará todos os que a ouvirem falar. O Cristão é
responsável por julgar a carne de modo que venha somente aquilo que é bom para
a bênção aos outros.